Prefeitura de Porto Alegre / participa da caminhada pelo Dia Mundial do Autismo.

A prefeitura de Porto Alegre participa, neste domingo, 8, das atividades do 8º Dia Mundial de Conscientização do Autismo no Parque Farroupilha, que terá o lema: “é preciso conhecer, desmistificar, acolher para se conscientizar!”. Professores, funcionários e familiares de alunos das quatro escolas municipais de ensino especial fundamental (Emeefs), Professor Luiz Francisco Lucena Borges, Vila Ipiranga; Professora Lygia Morrone Averbuck, Jardim do Salso; Professor Elyseu Paglioli, Cristal, e Tristão Sucupira Vianna, bairro Restinga, estarão em um espaço junto ao Monumento do Expedicionário, em frente ao Colégio Militar, para mostrar o trabalho desenvolvido, conversar com a comunidade e trocar informações. A partir das 11h, todos se agregarão à caminhada organizada pela Associação Autismo e Vida. A única orientação é vestir uma camiseta azul, a cor do movimento. A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Esporte (SMDSE) também participa do evento, representada pela diretoria de Acessibilidade e Inclusão Social.

A rede municipal de ensino atende 330 alunos com diagnóstico do autismo, dos quais, 196 no Ensino Fundamental, um no Ensino Médio, 28 na Educação Infantil (escola regular) e outros 105 em escolas especiais. Os estudantes do ensino regular recebem apoio pedagógico de professores com especialização em Educação Especial por meio das Salas de Integração e Recurso (SIRs), espaço exclusivo para acolhimento do aluno de inclusão presente em todas as 56 Escolas Municipais de Ensino Fundamental. Dia Internacional - Criado pela ONU em 2007, o dia 2 de abril é marcado como o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo para que as cerca de 70 milhões de pessoas com autismo no mundo possam viver sem o olhar constante do preconceito por falta de informação. No Brasil, cerca de 2 milhões de pessoas possuem algum tipo de autismo. O transtorno atinge um maior número de meninos por esse motivo, a cor escolhida para a identificação do movimento é a azul. Esse transtorno não possui cura e suas causas ainda são incertas, porém ele pode ser tratado para que o paciente possa se adequar ao convívio social e às atividades acadêmicas o melhor possível.
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