Viviane Araújo causa polêmica com fantasia de Carnaval.

Viviane Araújo causa polêmica com fantasia de Carnaval (Foto: Reprodução/Instagram)
Viviane Araújo esteve entre os assuntos mais comentados no Twitter, enquanto a escola Mancha Verde desfilava na avenida, em São Paulo. Enquanto muitos elogiavam o gingado e a boa forma da morena, outros criticaram a fantasia de índia, em homenagem ao Cacique de Ramos, berço do grupo Fundo de Quintal. Nas redes sociais há uma campanha para que fantasias como a de índio ou nega maluca sejam abolidas. Ao autor Aguinaldo Silva chegou a escrever defendendo Vivi. “Aliás, se não pode ter fantasia de índio no Carnaval, então não pode ter fantasia de coisa nenhuma e nem pode ter Carnaval. Por isso, sugiro que os foliões tratem de aproveitar esses dias de festa para fazer retiro num convento”.
PODE OU NÃO PODE?
O diretor do bloco Cacique de Ramos, Ronaldo Felipe, vê a fantasia como uma homenagem aos índios, não só brasileiros, mas norte-americanos. “Não há desrespeito, nem intenção de gerar ofensa”, disse hoje (10) à Agência Brasil. Ele lembrou que vários índios, inclusive, frequentam a quadra do bloco. “Essa polêmica não tem sentido nenhum”. A opinião é compartilhada por Afonso Apurinã, presidente da Associação Centro de Referência da Cultura dos Povos Indígenas Aldeia Maracanã. Ele não vê nenhuma ofensa e nem tem nada contra as pessoas se fantasiarem de índio. “Acho que o bloco de embalo exalta e mostra a cultura indígena. Desde que exalte a cultura e faça um desfile voltado para a cultura e falando da cultura indígena, sem desrespeito, acho que não tem nada a ver essa polêmica”. O Cacique de Ramos “está divulgando a nossa nação, o nosso povo, nossa cultura”, disse Apurinã.
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