União Europeia aprova novas sanções contra a Venezuela.

Os 28 chanceleres da União Europeia aprovaram nesta segunda-feira (13) uma série de novas sanções econômicas contra a Venezuela, incluindo um embargo à venda de armas e de "outros materiais relacionados" que poderiam ser usados para "a repressão interna". Além disso, os ministros aprovaram a proibição de viagem aos países-membros da UE e o congelamento de bens de venezuelanos.  No entanto, a lista dos nomes que serão atingidos pela medidas serão divulgados mais tarde, mas acredita-se que serão pessoas ligadas ao governo e às Forças Armadas. De acordo com uma nota divulgada pelos chanceleres, a ideia desse embargo é diminuir a "polarização política" no país e dar um impulso para "favorecer o diálogo" entre governo e oposição.
União Europeia aprova novas sanções contra a Venezuela
"Nesse contexto, além dos esforços políticos e diplomáticos para apoiar uma conclusão negociada e pacífica da crise política, o Conselho decidiu por unanimidade adotar medidas restritivas, destacando as suas preocupações para a situação do país", escreveu o Conselho dos ministros. Desde a convocação da Assembleia Constituinte, em maio deste ano, pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro, os líderes europeus criticaram duramente o governo. Para eles, a medida era uma manobra do mandatário para retomar o controle da Assembleia, que no momento era dominada pela oposição. Os Estados Unidos anunciaram uma série de sanções por conta da Constituinte e a União Europeia disse que criaria medidas caso Maduro levasse seus planos adiante.
0