Câmara Municipal de Porto Alegre.

Empresários e vereadores defendem subsídios para o transporte coletivo
A necessidade de que, para qualificar o sistema de transporte público de Porto Alegre, sejam identificadas novas fontes de financiamento junto ao governo municipal foi defendida pelas representações dos consórcios privados e, até mesmo, pelo diretor técnico da Companhia Carris, presentes à reunião da Comissão Especial que analisa o pacote de projetos do Executivo para o setor e que tramitam no Legislativo da capital gaúcha. O encontro ocorreu na manhã desta segunda-feira (27/11) e também concluiu que, para reconquistar os usuários, é preciso que medidas como essa, aliadas à redução e controle de isenções, ampliação do tempo de uso da frota, diminuição do número de cobradores e do tempo entre as viagens, e outras, reflitam imediatamente no valor da tarifa. De acordo com os empresários do setor, poderia haver uma redução imediata de R$ 0,40, que levaria a tarifa, dos atuais R$ 4,05 para R$ 3,65. “Se pensarmos que existem mudanças, como é o caso do fim gradativo das isenções para quem tem entre os 60 e 64 anos, que levarão cinco anos para chegarem aos 100% de sua extinção, essa diminuição chegaria à R$ 1,00, e a passagem poderia cair para R$ 3,05. Isso faria Porto Alegre ter a tarifa mais barata entre as capitais brasileiras”, disse Antônio Augusto Lovatto, do consórcio Viva Sul.
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