Eleição de Crivella não é prenúncio para novas vitórias evangélicas, dizem analistas.

A eleição de Marcelo Crivella como prefeito do Rio de Janeiro está sendo interpretada como um marco importante do crescente peso dos evangélicos na política brasileira. Sua vitória, porém, não indica uma tendência de eleição de outras lideranças ligadas a igrejas pentecostais para cargos de destaque no Poder Executivo (como governadores e Presidência da República), avaliam estudiosos da relação entre política e religião ouvidos pela BBC Brasil.
Para especialistas, eleição de Crivella é um marco, porém não indica uma tendência de eleição de outras lideranças ligadas a igrejas pentecostais para o Poder Executivo
Para esses especialistas, a eleição de Marcelo Crivella é resultado de uma conjunção de fatores que se somaram à força do segmento evangélico. Os analistas também consideram que, uma vez empossado, o prefeito da segunda maior metrópole brasileira tenderá a moderar o seu discurso em busca de possibilitar a formação de alianças.
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