"Não apoio nenhuma manifestação, ninguém me representa", diz Supla.

Em 30 anos de carreira, Supla, que chega aos 50 anos neste sábado (2), foi incapaz de guardar arrependimentos. Ou quase isso. Uma participação em um programa de TV apelativo aqui, uma rescisão repentina de contrato com a gravadora EMI ali. Mas nunca —e ele frisa— coçou a orelha por 
ter votado nos próprios pais, Marta e Eduardo Suplicy. "Eu tenho que falar isso. Eu voto mesmo. É meu pai e minha mãe. Se não fosse eles, eu não estaria aqui".
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