Em tempos de crise, cachê de Naldo cai de R$ 120 mil para R$ 20 mil.

Nem uísque, nem água de coco. Nessa crise braba, é água da torneira mesmo, e olhe lá. E até os artistas adeptos da ostentação estão sentindo o peso das vacas magras, que de tão magras nem devem pesar muito. 
Naldo, por exemplo, contou ao nosso SITE Fachtus e Photos, como está lidando com a situação: Vamos tirar o “s’’ da palavra “crise’’ que ela vira “crie”. Essa é a saída. Se não pode ser uísque com água de coco, vai só a água. Se não tem a picanha, pode ser arroz, feijão e ovo, que todo mundo gosta.
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